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"O tempo que te dou" – a dor e a reinvenção de si nas separações
(Clique na imagem para ver o clipe da série) A Netflix da Espanha lançou uma mini série sensível, que me tocou de alguma forma - “O tempo que te dou” . São dez episódios com duração de cerca de onze minutos que narram, ao mesmo tempo, o processo de enamoramento do casal Lina e Nico, as delícias do encantamento inicial do relacionamento e os desgastes que vão aparecendo ao longo do tempo, até a doída separação dos dois. A história é contada numa divisão de minutos entre p

Antonio C. de Barros Jr.
22 de dez. de 20214 min de leitura


Do sofrimento às ressignificações, novas possibilidades e criatividade na pandemia
Imagem de congerdesign por Pixabay A pandemia de Covid-19 vem afetando as pessoas de diferentes formas. O que parecia que duraria apenas alguns meses vem se estendendo por mais de ano já. Tenho escutado, no consultório, num número crescente, pessoas que estão sofrendo mais neste ano do que no ano passado. Muitas apontam que perdem o sono e sofrem com crises de ansiedade pelo fato de que as mortes e os adoecimentos têm chegado cada vez mais perto . Outras têm de lidar com o l

Antonio C. de Barros Jr.
21 de abr. de 20213 min de leitura


Os precipícios da vida: chegando perto do que nos angustia
Imagem de Frank Winkler por Pixabay Os precipícios , em geral, provocam medo – a simples ideia de se imaginar à beira de um pode provocar reações físicas de fuga – batimentos cardíacos acelerados, calafrio percorrendo o corpo. Não é à toa, pois, que muitos pacientes descrevem suas angústias usando a figura do precipício e o pavor de chegar perto dele. Metaforiza nossa condição de desamparo tão antiga, faz-nos tentar evitar (re)viver a “queda” descontrolada num abismo de sof

Antonio C. de Barros Jr.
14 de jun. de 20204 min de leitura


A beleza e a dor da maternidade: deixar que o filho siga seu próprio caminho...
Imagem: Pixabay As mães passam por alguns lutos ao longo da vida. E isso pode ser bastante duro para algumas. Aos poucos precisam se acostumar com o fato de que o filho (ou a filha) não faz parte delas – desmamam. Depois precisam se acostumar com a ideia de que ele não estará o tempo todo com elas – seja porque estas vão trabalhar, seja porque o pequeno vai para a escola, fica na casa de amigos, faz viagens com a turma. Mais tarde as mães têm de lidar com as peculiaridades

Antonio C. de Barros Jr.
29 de jul. de 20192 min de leitura
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